Não sei, mas não gosto da minha nova idade. 19 anos, é estranho. Nem é 18 nem 20, está ali no meio, como que indeciso. Se tenho um ano a mais da idade da “maioridade”, estou a um ano de fazer duas décadas de vida. Porra, é mesmo estranho. Crescemos e nem nos apercebemos. Olhamos ao espelho e não conseguimos ver a mudança, que se faz constantemente e a toda a hora. Acordamos e o nosso destino não vai ser mais um dia secante de escola, mas sim mais um dia cansativo de trabalho. Bem, só me resta aceitar e dar as boas vindas aos 19. E desejo sinceramente que sejam bem melhores que os 18.
Se não escrevesse enlouquecia, certamente. Embora nem escreva tanto como queria, umas vezes aqui, outras vezes em folhas soltas que se perdem com o tempo. O que importa é que se escreva. Importa deixar as palavras fluirem, abrir o coração, ir ao fundo do nosso ser e escrever, mesmo que nada faça sentido, e que tudo não passem de divagações sem nexo. Escrever é, sem dúvida, uma porta para o nosso mais profundo "eu". Escrevo aquilo que não digo cara-a-cara, escrevo o que quero desabafar para o nada, mas que tenho de o fazer de alguma forma e assim surgem as palavras, as frases, os textos...E como é bom deitar cá para fora aquilo que nos forra a alma, sentirmo-nos subitamente mais livres e aliviados, numa agradável sensação de liberdade, por simplesmente, ter escrito.

amo-te .
ResponderEliminar:O
ResponderEliminarParabéns Marisa! :D
(atrasados, mas pronto)
amo-te!
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